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Asfalto Reserva do Cabaçal / Araputanga "empaca" aos 10 kms
A rodovia MT-175 que liga o município de Araputanga e Reserva do Cabaçal tem seus primeiros 10 kms de asfalto concluídos. Apesar do otimismo é provável que a conclusão do restante da obra ainda vai demorar tempo bastante considerável.
Todos sabem que, não se faz obra asfáltica em período de chuvas e, diante dos números, a atual ordem do governador é cortar gastos e, quando o “cinto aperta”, aquilo que chamamos de investimento (como é o caso do asfalto enquanto infra-estrutura), também tem sua cota de contingenciamento.
É bom que a população fique de olhos bem abertos, a final, em outros tempos, já houve terraplanagem em boa parte dessa rodovia e nada de “chão preto”.
Contudo, um sinal animador fica constatado com o trecho concluído da obra em andamento. A rodovia em questão, tem extensão de 41 kms cujas obras tiveram início em 2011.
De acordo com publicação da Secom/MT, a Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) investiu até agora cerca de R$ 7 milhões, dos R$ 23,5 milhões previstos para a rodovia.
Muito já se falou da necessidade e da possibilidade de asfaltamento completo dessa rodovia. Em 14 de junho/11 o deputado Português anunciou de viva-voz, aos microfones da Rádio Arco-Íris, às 11h08min que o governador Silval Barbosa estaria em Araputanga, na sexta-feira, (dia 17 de jun), para o lançamento dessa obra que deveria partir do trevo de Araputanga até a ponte de Reserva do Cabaçal.
A greve dos profissionais da Educação deixara o momento conturbado o que levou ao cancelamento da viagem, justamente em virtude de, entre outros assuntos, uma possível tentativa de resolução da greve dos profissionais da Educação, a nível estadual.
Outras fontes disseram, naquela época, que o cancelamento da viagem do governador ocorreu em razão da hipótese de mobilização da categoria da Educação que estaria organizando protesto para exigir a implantação imediata do piso salarial fixado para aquele momento, em R$1.312,00.
Os profissionais da Educação cruzaram e descruzaram os braços, tudo voltou ao “normal”, inclusive, foi criada uma comissão de vereadores dos municípios interessados na pavimentação, com a finalidade de fiscalizar o serviço.
As chuvas vieram e passarão esperemos agora a Copa do mundo de futebol. Fica a pergunta: e o asfalto? Será que ao final dos quatro anos do mandato do governo Silval os cidadãos e os políticos conseguirão se servirem de tão importante obra?

